Amikacin

證據等級: L5 預測適應症: 10

目錄

  1. Amikacin
  2. Amikacin: De infecções bacterianas gram-negativas para febre paratifóide
    1. Resumo em Uma Frase
    2. Visão Geral Rápida
    3. Por que Esta Previsão é Razoável?
    4. Evidências de Ensaios Clínicos
    5. Evidências da Literatura
    6. Considerações de Segurança
    7. Conclusão e Próximos Passos
    8. Definir duração máxima de terapia e critérios de interrupção para uso seguro nesta indicação

## 藥師評估報告

Amikacin: De infecções bacterianas gram-negativas para febre paratifóide

Resumo em Uma Frase

Amikacin é um antibiótico aminoglicosídeo de amplo espectro, utilizado no tratamento de infecções graves por bactérias gram-negativas resistentes, especialmente Pseudomonas aeruginosa e Enterobacteriaceae. O modelo TxGNN prevê que pode ser eficaz para Febre Paratifóide (Paratyphoid Fever), atualmente com 0 ensaios clínicos e 12 publicações apoiando esta direção.


Visão Geral Rápida

Item Conteúdo
Indicação Original Infecções bacterianas graves por gram-negativos resistentes
Nova Indicação Prevista Febre Paratifóide (Paratyphoid Fever)
Pontuação de Previsão TxGNN 99.82%
Nível de Evidência L3
Situação no Mercado Brasileiro ✗ Não comercializado
Número de Registros 0
Decisão Recomendada Proceed with Guardrails

Por que Esta Previsão é Razoável?

Embora os dados detalhados de mecanismo de ação não estejam disponíveis neste pacote de evidências, o Amikacin é bem estabelecido na literatura farmacológica como aminoglicosídeo semissintético derivado da canamicina. Seu mecanismo central envolve a ligação irreversível à subunidade ribossômica 30S de bactérias gram-negativas, inibindo a síntese proteica e exercendo efeito bactericida. Uma vantagem importante é sua resistência à maioria das enzimas inativadoras de aminoglicosídeos (como acetiltransferases e fosfotransferases), o que preserva sua atividade contra cepas resistentes a gentamicina e tobramicina.

Salmonella paratyphi A, B e C — os agentes causadores da febre paratifóide — pertencem à família Enterobacteriaceae, exatamente o grupo de microrganismos gram-negativos para o qual o Amikacin apresenta atividade bactericida comprovada. Estudos in vitro confirmam concentrações inibitórias mínimas (MIC) adequadas para este agente, e a lógica microbiológica da conexão é direta.

O contexto clínico de maior relevância é o das infecções por cepas multirresistentes (MDR): quando S. paratyphi adquire resistência a quinolonas, cloranfenicol ou ampicilina — tratamentos históricos de primeira linha — o Amikacin emerge como opção de resgate. Dois documentos clínicos diretos sustentam esta previsão: PMID 2516600 (1989) avaliou 48 pacientes com infecção por S. paratyphi B resistente ao tratamento clássico, documentando o uso de antibióticos alternativos; PMID 9459410 (1997) relatou meningite neonatal por S. paratyphi B resistente a quinolona tratada com Amikacin. A limitação central permanece a ausência de ensaios clínicos prospectivos randomizados especificamente desenhados para febre paratifóide.


Evidências de Ensaios Clínicos

Atualmente não há ensaios clínicos relacionados registrados.


Evidências da Literatura

PMID Ano Tipo Periódico Principais Achados
2516600 1989 Estudo clínico retrospectivo Mikrobiyoloji Bulteni 48 pacientes com infecção por S. paratyphi B resistente ao tratamento clássico (ampicilina, cloranfenicol, co-trimoxazol); avaliação de antibióticos alternativos e resultados de antibiograma
9459410 1997 Relato de caso Journal of Infection Meningite neonatal por cepa de S. paratyphi B resistente a quinolona; Amikacin utilizado como terapia de resgate — um dos primeiros relatos desta resistência no subcontinente indiano
10505326 1999 Relato de caso Pediatric Hematology and Oncology Criança de 9 anos com leucemia linfoblástica e colecistite acalculosa por S. paratyphi B; recuperação completa com cefepima + Amikacin e G-CSF
18383953 2007 Estudo observacional prospectivo Journal of the Indian Medical Association 145 hemoculturas positivas para febre entérica em menores de 18 anos; perfil de sensibilidade de S. typhi e S. paratyphi — febre entérica significativa em pré-escolares
17337835 2007 Relato de caso/série Indian Journal of Pediatrics Sepse paratifóide neonatal por S. paratyphi A multissensível adquirida provavelmente no berçário hospitalar
27407999 2007 Estudo observacional clínico Medical Journal, Armed Forces India 45 hemoculturas positivas para febre entérica no norte da Índia; padrão in vitro de S. typhi e S. paratyphi A — reemergência de sensibilidade ao cloranfenicol e manutenção da sensibilidade a aminoglicosídeos
30724049 2018 Estudo microbiológico Pakistan Journal of Biological Sciences Isolamento e identificação de S. paratyphi em pacientes com febre entérica em quatro hospitais de Quetta; aspectos microbiológicos e perfis de sensibilidade
26905550 2014 Estudo de antibiograma JNMA (Nepal Medical Association) Isolados de hemoculturas e seus antibiogramas em hospital universitário; padrões de sensibilidade antimicrobiana para orientar terapia empírica em bacteremia
14596347 2003 Estudo epidemiológico New Microbiologica Ocorrência de S. typhi e S. paratyphi na Jordânia entre 1988–2000; 1.399.563 casos diarreicos notificados pelo Ministério da Saúde
16410091 2006 Série de casos Journal of Pediatric Surgery Manejo bem-sucedido de abscesso esplênico em 4 crianças por aspiração percutânea e antibióticos; preservação esplênica como alternativa à esplenectomia

Considerações de Segurança

Consulte a bula para informações de segurança.


Conclusão e Próximos Passos

Decisão: Proceed with Guardrails

Justificativa: A atividade bactericida do Amikacin contra Salmonella paratyphi A/B/C é mecanisticamente sólida e clinicamente documentada em cenários de resistência a múltiplas drogas, representando uma opção de resgate relevante num contexto global de crescente resistência a quinolonas; entretanto, a ausência completa de ensaios clínicos prospectivos específicos para febre paratifóide impede uma recomendação de uso amplo sem salvaguardas rigorosas.

Para prosseguir, é necessário:

  • Recuperar dados detalhados de MOA e toxicidade no DrugBank (gap de dados DG002 identificado)
  • Obter e revisar as advertências e contraindicações oficiais da bula ANVISA/TFDA (gap de dados DG001, classificado como Blocking)
  • Verificar e atualizar o status regulatório atual no Brasil — o conjunto de dados indica 0 registros, porém o Amikacin possui uso clínico estabelecido em vários países
  • Planejar estudo clínico controlado focado em febre paratifóide MDR com resistência a quinolonas (população prioritária: países endêmicos com alta prevalência de MDR-Salmonella)
  • Estabelecer protocolo obrigatório de monitoramento de nefrotoxicidade e ototoxicidade (efeitos adversos característicos de aminoglicosídeos), com Monitoramento Terapêutico de Drogas (TDM) para otimização de dose e prevenção de toxicidade cumulativa
  • Definir duração máxima de terapia e critérios de interrupção para uso seguro nesta indicação


Voltar ao topo

Copyright © 2026 Yao.Care. Este relatório é apenas para fins de pesquisa e não constitui aconselhamento médico. / 本報告僅供研究參考,不構成醫療建議。

This site uses Just the Docs, a documentation theme for Jekyll.