Alteplase

證據等級: L5 預測適應症: 9

目錄

  1. Alteplase
  2. Alteplase: Da Terapia Trombolítica ao Infarto do Miocárdio Posterolateral
    1. Resumo em Uma Frase
    2. Visão Geral Rápida
    3. Resumo das 9 Indicações Previstas
    4. Por que Esta Previsão é Razoável?
    5. Evidências de Ensaios Clínicos — Infarto Posterolateral (Rank 1)
    6. Evidências da Literatura — Infarto Posterolateral (Rank 1)
    7. Indicação com Maior Evidência: Infarto Septal (Rank 3)
      1. Evidências de Ensaios Clínicos — Infarto Septal
      2. Evidências da Literatura — Infarto Septal
    8. Informações de Comercialização no Brasil
    9. Considerações de Segurança
    10. Conclusão e Próximos Passos
    11. Para a trombofilia: avaliar aplicabilidade do protocolo CDT do NCT00251771 em serviços brasileiros de referência em trombose venosa, com avaliação de risco hemorrágico individualizado

## 藥師評估報告

Alteplase: Da Terapia Trombolítica ao Infarto do Miocárdio Posterolateral

Resumo em Uma Frase

Alteplase é um ativador do plasminogênio tecidual recombinante (rt-PA), amplamente utilizado no tratamento do AVC isquêmico agudo, STEMI e embolia pulmonar maciça. O modelo TxGNN prevê que pode ser eficaz para Infarto do Miocárdio Posterolateral (posterolateral myocardial infarction), com 0 ensaios clínicos específicos e 3 publicações apoiando esta direção. Em uma análise de 9 indicações candidatas (pacote multi-indicação), o infarto septal (rank 3) apresenta o nível de evidência mais robusto (L1), sustentado por ensaios clínicos Phase 3 e 13 publicações.


Visão Geral Rápida

Item Conteúdo
Indicação Original AVC isquêmico agudo; STEMI; Embolia Pulmonar Maciça
Nova Indicação Prevista (Rank 1) Infarto do Miocárdio Posterolateral
Pontuação de Previsão TxGNN 99,79%
Nível de Evidência L3 (Rank 1) · L1 disponível no Rank 3
Situação no Mercado Brasileiro ✓ Comercializado
Número de Registros 1
Decisão Recomendada Proceed with Guardrails (Rank 3 — Infarto Septal)

Resumo das 9 Indicações Previstas

Rank Indicação Score TxGNN Evidência Ensaios Publicações Decisão
1 Infarto posterolateral 99,79% L3 0 3 Research Question
2 Infarto postero-inferior 99,79% L4 0 1 Research Question
3 Infarto septal 99,77% L1 1 13 Proceed with Guardrails
4 Deficiência de heparina cofator 2 99,72% L4 0 20 Hold
5 Anomalia congênita da coronária 99,64% L3 4 5 Research Question
6 Excesso do fator V c/ trombose espontânea 99,56% L5 0 0 Hold
7 Deficiência de antitrombina tipo 2 99,56% L5 0 0 Hold
8 Trombofilia 99,43% L2 9 20 Proceed with Guardrails
9 Estenose coronária 99,14% L2 7 20 Research Question

Por que Esta Previsão é Razoável?

Alteplase é uma serina protease recombinante que converte o plasminogênio em plasmina com alta seletividade para a fibrina, dissolvendo coágulos de fibrina nos sítios de trombose ativa. Ao contrário dos fibrinolíticos de primeira geração (ex.: estreptoquinase), alteplase possui preferência cinética pela fibrina associada ao coágulo e meia-vida plasmática curta (~5 minutos), o que confere um perfil de ação localizado. Por ter estrutura idêntica ao tPA endógeno produzido pelo endotélio vascular, o mecanismo de ação é fisiologicamente integrado ao sistema fibrinolítico natural.

O infarto do miocárdio posterolateral ocorre tipicamente pela oclusão trombótica da artéria coronária direita (ACD) em seu segmento distal ou da artéria circunflexa esquerda (ACE), com isquemia das paredes posterior e lateral do ventrículo esquerdo. Este substrato fisiopatológico — oclusão trombótica coronária aguda causando necrose miocárdica — é mecanisticamente idêntico ao do STEMI para o qual alteplase já possui aprovação regulatória consolidada; a distinção é essencialmente anatômica (localização da oclusão) e diagnóstica (derivações V7–V9), e não mecanística. A plausibilidade da previsão TxGNN é, portanto, muito alta.

A escassez de ensaios clínicos específicos para esta subclassificação anatômica reflete, principalmente, a tradição de estudos em STEMI como categoria global, e não uma ausência de eficácia. O TAMI-1 (Phase 3 RCT, PMID 2521226) — avaliado no contexto do infarto septal (rank 3) — analisou diretamente alteplase em diferentes territórios coronários, incluindo dados estratificados por artéria responsável (LAD, LCX e ACD), fornecendo uma base de evidências transferível para os subtipos anatômicos posterolateral e posteroinferior.


Evidências de Ensaios Clínicos — Infarto Posterolateral (Rank 1)

Atualmente não há ensaios clínicos relacionados especificamente ao infarto do miocárdio posterolateral com alteplase registrados.


Evidências da Literatura — Infarto Posterolateral (Rank 1)

PMID Ano Tipo Periódico Principais Achados
9502627 1998 Observacional J Am Coll Cardiol Elevação do ST nas derivações posteriores (V7–V9) durante IAM inferior identifica infarto posterior concomitante; pacientes com infarto posterior têm maior benefício potencial com trombólise
21351226 2011 Relato de Caso Catheter Cardiovasc Interv IAM posterolateral por oclusão ostial do tronco coronário esquerdo (FE 30%): PCI com mini-crush DES facilitada por reteplase intracoronária; manejo trombolítico adjunto em caso de alto risco hemodinâmico
8480981 1993 Relato de Caso Ann Cardiol Angeiol Fibrinólise tardia com tPA em IAM posterolateral complicada por embolismo cerebral; revisão dos riscos de embolização sistêmica por trombos intraventriculares durante terapia fibrinolítica

Indicação com Maior Evidência: Infarto Septal (Rank 3)

O infarto septal apresenta o maior nível de evidência do pacote multi-indicação (L1), com o TAMI-1 como principal estudo de referência. A seguir, os principais ensaios e publicações.

Evidências de Ensaios Clínicos — Infarto Septal

Número do Ensaio Fase Status Participantes Principais Achados
NCT03377465 N/A Concluído 100 Preditores biomarcadores e ecocardiográficos de AVC isquêmico em pacientes com doença coronária; contexto clínico com alteplase como terapia de referência — relevância indireta como dado de background

Evidências da Literatura — Infarto Septal

PMID Ano Tipo Periódico Principais Achados
2521226 1989 Phase 3 RCT J Am Coll Cardiol TAMI-1: alteplase 150mg IV em 386 pacientes com IAM; análise estratificada por artéria responsável — LAD 77%, LCX 68%, ACD 68% de patência aos 90 min; base direta para eficácia em IAM septal (território LAD proximal)
8763515 1996 RCT Rev Port Cardiol Fibrinólise tardia (>6h) com alteplase em IAM: melhora significativa dos parâmetros de função ventricular esquerda — mecanismo de proteção miocárdica relevante para IAM septal
1907087 1991 RCT Am Heart J TAMI 1–3 e 5: cirurgia de bypass em 303/1387 pacientes após terapia trombolítica com alteplase; evidência da cadeia terapêutica completa (fibrinólise → PCI → CABG) em IAM
9014973 1997 Cohort Retrospectivo J Am Coll Cardiol GUSTO: impacto da revascularização cirúrgica na sobrevida pós-IAM tratado com tPA; dados de desfechos de longo prazo após fibrinólise sistêmica
40281444 2025 Cohort Study BMC Cardiovasc Disord SCA (STEMI/NSTEMI/AI) no Butão: fibrinólise como estratégia primária em contexto com PCI limitado; resultados clínicos de curto prazo que apoiam o papel da fibrinólise onde PCI não está disponível
37754803 2023 Relato de Caso J Cardiovasc Dev Dis EP maciça simulando IAM antero-septal com supradesnivelamento de ST em V1–V2; tratada com trombectomia e trombólise dirigida por cateter — diagnóstico diferencial crítico para a indicação
18183355 2009 Relato de Caso J Thromb Thrombolysis EP maciça mimetizando IAM septal tratada com tenecteplase; salienta a necessidade de confirmação diagnóstica antes do uso de fibrinolítico em ST-elevação septal
8638875 1996 Relato de Caso Angiology CIV pós-infarto em paciente trombolisado com coronárias normais; sobrevida de longo prazo — complicação estrutural rara pós-fibrinólise em IAM septal
10983682 2000 Série de Casos Scand Cardiovasc J Fechamento transcateter de CIV pós-infarto (n=2) com Amplatzer — manejo de complicação estrutural pós-IAM septal após falha cirúrgica
1934382 1991 RCT Circulation Ácido tranexâmico + desmopressina em cirurgia cardíaca: relação com liberação de tPA endotelial — dados mecanísticos sobre o sistema fibrinolítico em contexto cardiovascular cirúrgico

Informações de Comercialização no Brasil

Os dados detalhados do registro ANVISA (número de registro, nome comercial, forma farmacêutica e texto completo da indicação aprovada) não estão disponíveis no pacote de evidências atual. Alteplase encontra-se em situação ativa de comercialização no Brasil com 1 registro ativo.

Para informações completas do registro, consulte o DATAVISA/ANVISA: https://consultas.anvisa.gov.br/


Considerações de Segurança

Consulte a bula para informações de segurança.


Conclusão e Próximos Passos

Decisão: Proceed with Guardrails (Rank 3 — Infarto Septal) · Research Question (Rank 1 — Infarto Posterolateral)

Justificativa:

  • O infarto septal (rank 3) é sustentado por evidência L1: o TAMI-1 (Phase 3 RCT, n=386) avaliou diretamente alteplase por localização de IAM, com 77% de patência coronária em território LAD (responsável pelo infarto septal) aos 90 minutos. A cadeia de evidências (TAMI-1 → RCTs de função ventricular → GUSTO) é coerente e o mecanismo é idêntico ao STEMI aprovado. Esta é a indicação candidata mais madura do pacote.
  • O infarto posterolateral (rank 1) é mecanisticamente altamente plausível, mas a evidência disponível (3 publicações: 1 observacional, 2 relatos de caso) configura nível L3, insuficiente para mudança de protocolo sem investigação prospectiva adicional.
  • A trombofilia (rank 8, L2) apresenta dois ensaios de nível A: NCT00251771 (RCT concluído, n=209, CDT vs. anticoagulação em DVT iliofemoral — contexto de alta prevalência de trombofilia) e NCT05540834 (Phase 2, VET-guiado para tPA individualizado). Também recomendada como "Proceed with Guardrails" em serviços com protocolo CDT estabelecido.

Para prosseguir, é necessário:

  • [Prioritário — Blocking] Resolver DG001: Obter advertências e contraindicações completas da bula ANVISA — sem este dado, a avaliação de segurança S1 não pode ser concluída
  • [Alta Prioridade] Resolver DG002: Confirmar mecanismo de ação detalhado via DrugBank para análise de relevância mecanística completa
  • Confirmar número de registro ANVISA, nome comercial e forma farmacêutica disponível no Brasil
  • Para o infarto septal: mapear os critérios de elegibilidade do TAMI-1 em relação aos protocolos brasileiros atuais de STEMI (tempo porta-balão, disponibilidade de PCI); definir cenários em que fibrinólise é alternativa (ex.: ausência de laboratório de hemodinâmica 24h)
  • Para o infarto posterolateral: desenhar estudo observacional prospectivo estratificado por localização anatômica com derivações V7–V9, focando em desfechos de reperfusão
  • Para a trombofilia: avaliar aplicabilidade do protocolo CDT do NCT00251771 em serviços brasileiros de referência em trombose venosa, com avaliação de risco hemorrágico individualizado


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